Painel de casos — Brasil
Este painel é alimentado a partir de comunicados oficiais do Ministério da Saúde, secretarias estaduais de saúde e da OPAS/Brasil. Atualizado conforme novas notas técnicas são publicadas. A última atualização editorial está registrada na barra azul no topo da página.
Casos confirmados — última atualização
| Estado | Casos | Óbitos | Letalidade | Atualizado |
|---|---|---|---|---|
| Rio Grande do Sul (RS) | — | — | — | — |
| Santa Catarina (SC) | — | — | — | — |
| Paraná (PR) | — | — | — | — |
| Total | — | — | — | — |
Esta tabela está sendo provisionada. Os números só serão preenchidos após o primeiro comunicado oficial de caso confirmado pelo Ministério da Saúde. Até lá, o painel permanece em branco para evitar a publicação de números não verificados.
Sobre a contagem
- Apenas casos com confirmação laboratorial (sorologia IgM/IgG ou RT-PCR positivo para hantavírus, com identificação de linhagem ANDV ou linhagem geneticamente próxima) entram na contagem.
- Casos suspeitos sem confirmação laboratorial ficam fora do painel mas são acompanhados na seção /noticias/.
- A letalidade é calculada como
óbitos / casos confirmados × 100. Em surtos pequenos, esta taxa flutua bastante e não deve ser comparada de forma direta a séries históricas longas.
Histórico de hantavirose no Brasil
A hantavirose é doença de notificação compulsória no Brasil desde 2001. Entre 1993 e 2023, o Ministério da Saúde registrou mais de 2.500 casos confirmados, com letalidade média de 39%. A maior parte dos registros ocorreu nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, ligados a circulação dos hantavírus Araraquara, Juquitiba e Castelo dos Sonhos. Casos atribuíveis especificamente à linhagem ANDV no Brasil são raros e historicamente concentrados na faixa de fronteira sul.
Para detalhes de cada surto registrado, ver /historico/.
Como notificar um caso suspeito
- Profissionais de saúde: notificar imediatamente à vigilância epidemiológica municipal.
- População: caso desconfie de exposição com sintomas compatíveis, procurar atendimento na UPA ou pronto-socorro mais próximo. Mencione a história de exposição — é o dado clínico mais relevante para o diagnóstico precoce.
Fontes: Ministério da Saúde — Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN); OPAS — Hantavírus nas Américas (2023). Atualização editorial em curso.